A Administração Municipal recebeu um ofício do (TJ) Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, que obriga a inclusão de precatórios no orçamento de 2020.

O ofício recebido foi encaminhado à Câmara de Vereadores e explanado por Marcos, segundo ele não se tem o que fazer a não ser cumprir a ordem judicial, mesmo não tendo nada haver com estas ações na justiça, não se tem outra saída a não ser colocar este valor no orçamento do ano que vem e de uma forma pagar isso.

São três precatórios, sendo um processo individual, uma ação coletiva, cobrando insalubridade e uma demissão de funcionário.

Não se sabe quais serão os cortes realizados no próximo ano, mas algumas ações já foram suspensas pelo Executivo, como o projeto de construção da Câmara de Vereadores e o projeto de construção da Casa Mortuária. Temos alguns encaminhamentos e recursos que estão saindo do Governo Federal para renovação da frota, com a vinda de uma pá-carregadeira, uma retroescavadeira e um caminhão, todos estes itens requerem contrapartida do município e essas não são tão pequenas, então provavelmente um desses contratos o município acabará cancelando, pois não terá dinheiro para pagar a contrapartida.

A Administração Municipal tem um projeto ambicioso que é de pavimentação de ruas que está sendo analisado. Outras ações que não são de obrigação do município serão analisadas.

Para Marcos, a situação destes precatórios, foi gerada pela falta de conhecimento administrativo da época.

 

 

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